Artigo Científico·38 min

Prevalence of supratentorial anomalies assessed by fetal magnetic resonance in fetuses with open spina bifida

Diretrizes ISUOG para ultrassom em infecções congênitas

Tomás Freddi
08 de setembro de 2021

Tema central: Uso do ultrassom no rastreio, diagnóstico e monitoramento das infecções congênitas durante a gestação.

Resumo

Este artigo científico apresenta as diretrizes atualizadas da ISUOG (International Society of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology) sobre o papel do ultrassom na avaliação das infecções congênitas. O documento fornece recomendações práticas para o uso do ultrassom na detecção de anomalias fetais relacionadas a infecções como CMV, toxoplasmose, rubéola, sífilis, herpes e Zika.

A relevância clínica das diretrizes reside na sistematização do rastreio e seguimento ultrassonográfico em casos suspeitos ou confirmados de infecção fetal, enfatizando a importância da vigilância sequencial e da avaliação morfológica detalhada. O ultrassom é apresentado como ferramenta-chave para detecção de sinais indiretos de infecção, como ventriculomegalia, calcificações intracranianas, ascite, hidropsia e restrição de crescimento intrauterino.

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O que você vai encontrar a seguir

Diretrizes atualizadas da ISUOG sobre o papel do ultrassom no rastreio, diagnóstico e monitoramento de infecções congênitas durante a gestação, com recomendações práticas para detecção de anomalias fetais relacionadas a CMV, toxoplasmose, rubéola, sífilis, herpes e Zika. O artigo enfatiza a importância da vigilância sequencial, avaliação morfológica detalhada e uso complementar de ressonância magnética fetal em casos complexos, impactando o aconselhamento gestacional e prognóstico neonatal.

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