Revisão das novas diretrizes europeias sobre dissecção arterial abordando seis pontos-chave: uso de r-tPA em dissecções extra e intracranianas, eficácia da trombectomia mecânica, manejo de aneurismas dissecantes com hemorragia subaracnoidea, tratamento de aneurismas dissecantes com cefaleia isolada, escolha entre antiagregantes e anticoagulantes, e indicações de intervenção endovascular versus tratamento médico. As dissecções arteriais representam 20% dos AVCs em jovens e sua detecção cresceu com exames de imagem não invasivos.