Artigo·30 min
Doenças Degenerativas da Coluna - Parte 1
Nomenclatura, discopatia degenerativa e correlação clínico-radiológica no laudo de coluna.
Tomás Freddi
21 de setembro de 2026

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Nomenclatura, discopatia degenerativa e correlação clínico-radiológica no laudo de coluna.


No vídeo "Doenças Degenerativas da Coluna - Parte 1", o Dr. Tomás Freddi apresenta uma versão atualizada e aprofundada do conteúdo de doença degenerativa da coluna vertebral, com foco no que realmente justifica a dor do paciente e tem respaldo na literatura. A aula é voltada a radiologistas e médicos que laudam coluna e desejam dominar a nomenclatura correta e a correlação clínico-radiológica que diferencia o profissional.
Correlação clínico-radiológica obrigatória: Achados de imagem não podem ser valorizados isoladamente; estudos com pacientes assintomáticos de múltiplas décadas mostram alterações degenerativas de vários graus, reforçando que exame alterado nem sempre é sintomático e vice-versa.
Métodos de imagem: TC e RM se complementam — a RM avalia partes moles e contato radicular, enquanto a TC é preferível para osso, fratura e controle pós-operatório com material metálico.
Protocolo de RM da coluna: Mínimo com sagital T2, T1, STIR e axial T2; sequências volumétricas melhoram a avaliação do contato radicular ao custo de tempo, e o coronal STIR ajuda a flagrar edema e alterações das sacroilíacas.
Disco normal e classificação de Pfirrmann: O disco é avaliado no sagital T2 (ânulo fibroso periférico hipointenso e núcleo pulposo hidratado/hiperintenso); Pfirrmann gradua a desidratação discal do grau 1 ao 5, mas não é obrigatório laudar a graduação.
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