Artigo·22 min

Disrafismo Espinhal - Parte 1

Nova classificação clínico-patológica de 2025 e critérios de imagem do disrafismo aberto

Tomás Freddi
Tomás Freddi
05 de outubro de 2026
Disrafismo Espinhal - Parte 1
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Na aula "Disrafismo Espinhal - Parte 1", o Dr. Tomás Freddi revisita um dos temas mais desafiadores da radiologia de coluna e apresenta a nova classificação clínico-patológica proposta em 2025. A aula é voltada a radiologistas e neurorradiologistas que desejam dominar o laudo de exames complexos que "sobram na pilha", diferenciando-se profissionalmente e agregando valor que a inteligência artificial dificilmente substituirá.

Conteúdos Abordados

  • Por que a classificação mudou: As classificações prévias, de base embriológica e clínico-radiológica, eram difíceis de memorizar, usavam termos mal definidos e deixavam entidades sem cobertura; a nova proposta troca conceitos embriológicos por critérios patológicos e cria termos antes inexistentes.

  • Origem da nova classificação: Consenso internacional da Orphanet publicado em 2025, elaborado pelo método Delphi com 39 especialistas de 11 países europeus e múltiplas especialidades — com a ressalva de não ter contado com neurorradiologista dedicado.

  • Três pilares descritivos: A lógica deixa de encaixar tudo em uma única patologia e passa a descrever achados de pele, de osso e de medula, sendo os achados medulares os mais difíceis e mais relevantes para o radiologista.

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