No vídeo "Metástase com Sinal da Cauda Dural", discutimos um caso clínico que ilustra por que o sinal da cauda dural não é patognomônico de meningioma e como distinguir lesões intra‑axiais de extra‑axiais por imagem.
Conteúdos Abordados
- Contexto clínico: Paciente masculino de 61 anos, com história prévia de lipoadenocarcinoma, admitido por quadro de confusão mental aguda e extensa área de edema vasogênico no lobo temporal direito.
- Achados por imagem: Lesão nodular lobulada, sinal T2 hipointenso/heterogêneo, realce intenso e heterogêneo pós‑contraste, íntima relação com o tentório e aparente espessamento dural (sinal da cauda dural).
- Sinais diferenciais intra vs extraaxial: Discussão dos sinais clássicos — rima liquórica/cleft de líquor, cisura/vasos do espaço subaracnoide entre lesão e córtex, empurramento/afastamento cortical (cortical buckling) e infiltração direta do parênquima — e sua aplicação no caso.
- Importância das sequências ortogonais: Uso de cortes coronais e sagitais FLAIR/ T2 volumétricos para avaliação da relação da lesão com o córtex e identificação da falta de cleft de líquor, favorecendo natureza intra‑axial.
- Implicações clínicas: Como a interpretação equivoca (diagnosticar meningioma em vez de metástase) altera prognóstico, conduta terapêutica e gerenciamento da doença de base.
- Lesões que podem simular cauda dural: Metástases periféricas, glioblastoma periférico e outros tumores primários ou secundários que podem induzir espessamento meníngeo adjacente.
Veja o vídeo desta aula
Continue a ler este conteúdo - e todos os outros que a Neurosky oferece para assinantes.
- Tópicos e assuntos para você aprofundar o seu conhecimento
- Acesso ilimitado 24/7
- Conteúdos e cases atualizados
- Desconto para estudantes e residentes
Veja os planos e seja premium hoje. Desbloqueie todos nossos textos, vídeos e documentos instantaneamente.





