A perfusão por ressonância magnética acrescenta ao exame uma informação que a imagem convencional não oferece: a hemodinâmica do tumor. É o que permite estimar a neovascularização de um glioma, refinar o grau, orientar onde biopsiar e — o problema mais difícil da rotina — distinguir recidiva tumoral de alterações pós-tratamento. Mas é uma técnica sensível à aquisição e ao método de análise, e pequenas decisões mudam o resultado.
Este curso cobre a perfusão dos tumores cerebrais de ponta a ponta, nas duas técnicas que importam na prática: perfusão T2*/DSC (com o rCBV) e perfusão T1 / permeabilidade (DCE). Em cada uma, você percorre os aspectos técnicos, os métodos de avaliação e as principais indicações — da aquisição correta à leitura dos mapas.
A partir daí, o foco vira decisão clínica: onde biopsiar e qual método perfusional usar, o papel da perfusão e da permeabilidade como fator prognóstico na nova classificação dos gliomas, e um bloco dedicado à avaliação pós-tratamento dos gliomas de alto grau — glioblastoma, resposta à terapia antiangiogênica e a diferenciação entre progressão e efeito do tratamento. Aulas bônus sobre perfusão ASL e encontros científicos completam a grade.
Conduzido pelos especialistas da neurosky, o curso foi pensado para o radiologista que quer incorporar a perfusão à rotina com segurança técnica e interpretar os exames pós-tratamento com um diferencial mais preciso.
