Curso

  • 10 aulas gravadas
  • Live com neurologista pediátrico
  • Clínica e imagem lado a lado

2° Módulo de Neuropediatria - avaliação clínica e radiológica

2º módulo de neuropediatria: do AVC e da trombectomia na infância ao trauma não-incidental, às encefalopatias FIRES/NORSE e à coréia de Sydenham.

10 aulas1h 32min
Capa do curso 2° Módulo de Neuropediatria - avaliação clínica e radiológica
Currículo
4 blocos · 10 aulas
Formato
100% gravado
Acesso
Vitalício

Sobre o curso

O segundo módulo avança para os quadros agudos e os diagnósticos difíceis da neuropediatria, sempre unindo a clínica à imagem.

Você percorre o AVC isquêmico na infância e a trombectomia pediátrica, o traumatismo cranioencefálico — incluindo a síndrome do bebê sacudido e o trauma não-incidental —, as complicações neurológicas do CMV, as encefalopatias epilépticas FIRES e NORSE, a paralisia cerebral e a coréia de Sydenham. Uma live com o neurologista pediátrico Dr. Marcelo Masruha complementa a discussão.

É o módulo que prepara para o que chega grave e ambíguo no pronto-socorro pediátrico — com o olhar clínico e radiológico lado a lado.

O que você vai levar

  • Reconhecer o AVC isquêmico da criança e quem entra na conversa de trombectomia

    Você percorre o AVC isquêmico na infância pela avaliação clínica e pelo que o radiologista precisa saber ao laudar, além da discussão sobre trombectomia na infância — sempre unindo o olhar clínico ao radiológico.

  • Levantar a suspeita de trauma craniano não-incidental na imagem

    A síndrome do bebê sacudido raramente chega com essa história. Você revisa os aspectos de imagem do traumatismo craniano não-incidental e a avaliação por imagem do TCE pediátrico, para saber o que procurar e como descrever quando o achado não fecha com o relato da família.

  • Organizar o raciocínio no estado de mal epiléptico refratário: FIRES e NORSE

    Você discute FIRES e NORSE — definição, abordagem diagnóstica e o encaminhamento terapêutico dessas apresentações —, para não travar quando a criança não sai da crise.

  • Separar coreia de Sydenham, complicação por CMV e paralisia cerebral no dia a dia

    Aspectos clínicos da coreia de Sydenham, complicações neurológicas relacionadas ao CMV e o manejo clínico do paciente com paralisia cerebral. Três quadros que aparecem no ambulatório e no pronto-socorro pediátrico e exigem leitura clínica fina.

Programa

  • 1

    Coréia de Sydenham - Aspecto clínicos

  • 2

    Complicações Neurológicas Relacionadas ao CMV

  • 3

    FIRES e NORSE

  • 4

    Paralisia Cerebral - Manejo Clínico

O que está incluído

  • 10 aulas do 2º módulo, do AVC pediátrico ao trauma não-incidental, FIRES/NORSE e coreia de Sydenham
  • Live com o Dr. Marcelo Masruha, neurologista pediátrico, complementando a discussão do módulo
  • Conteúdo gravado, assistido no seu ritmo e revisitado antes do plantão pediátrico

Para quem é este curso

É para você se

  • Radiologista que lauda TC e RM de crânio de criança e precisa reconhecer AVC isquêmico pediátrico e sinais de trauma não-incidental.
  • Neurologista ou neuropediatra que quer alinhar a leitura clínica com o que a imagem mostra em FIRES, NORSE, CMV e coreia de Sydenham.
  • Emergencista e pediatra de pronto-socorro que recebe a criança grave e ambígua antes de qualquer laudo ficar pronto.
  • Residente de radiologia, neurologia ou pediatria construindo repertório nos quadros neuropediátricos agudos e ambíguos.

Não é para você se

  • Não é uma formação completa em neuropediatria: é o segundo módulo, focado nos quadros agudos e nos diagnósticos difíceis.
  • Não é curso introdutório de anatomia ou física de imagem — o ponto de partida já é o caso clínico com a imagem na tela.
  • Não é conteúdo ao vivo com horário marcado: as aulas são gravadas, incluindo a live já registrada.

O que você precisa antes de começar

  • Ter noção básica de leitura de TC e RM de crânio: o curso parte do achado e do cenário clínico, não da técnica.
  • Formação ou treinamento em medicina — o conteúdo assume vocabulário clínico e radiológico corrente.
  • O primeiro módulo ajuda como base, mas este segundo módulo pode ser acompanhado de forma independente.

Como treinar: um tema por vez, aplicado no próximo caso

O conteúdo é organizado por quadro. Isso permite estudar um tema, levar para o plantão seguinte e voltar com a dúvida.

Neuropediatria aguda chega grave e ambígua. A forma útil de estudar não é maratonar as dez aulas num sábado e esquecer na quarta. É pegar um quadro por vez, entender o que o diferencia dos vizinhos e deixar isso pronto para ser recuperado quando o caso aparecer. Comece pelos temas que mais chegam na sua rotina. Quem lauda pediatria em plantão geral costuma esbarrar primeiro no TCE e na dúvida do trauma não-incidental. Quem está em neurologia costuma encontrar antes a coreia, a paralisia cerebral e o estado de mal que não cede. Depois de cada aula, escreva com suas palavras o que você vai procurar da próxima vez: quais sequências, qual achado, qual pergunta feita à família ou à equipe. O passo que fecha o ciclo é voltar. Quando o caso aparecer — ou quando um exame antigo te deixar em dúvida — reveja a aula correspondente com o exame do lado. É aí que o conteúdo deixa de ser leitura e vira leitura de imagem.

  1. 1Escolha o bloco mais próximo da sua rotina: trauma, AVC pediátrico, epilepsia refratária ou movimento e infecção.
  2. 2Assista à aula e anote, em uma frase, o que você vai procurar no próximo exame daquele cenário.
  3. 3Revise o mesmo tema alguns dias depois, antes do plantão seguinte.
  4. 4Ao encontrar um caso real, reveja a aula com o exame aberto ao lado e compare seu raciocínio.
  5. 5Volte ao quadro vizinho e compare: o que diferencia um do outro na clínica e na imagem.

Perguntas frequentes

+Este módulo é mais clínico ou mais radiológico?

Os dois, e é essa a proposta. Cada tema é tratado unindo a clínica à imagem: o AVC isquêmico da infância aparece tanto pela avaliação clínica e etiológica quanto pelo que o radiologista precisa saber ao laudar; o traumatismo craniano pediátrico é discutido pela avaliação por imagem e pelos aspectos do trauma não-incidental. Quem vem da radiologia ganha o contexto clínico que muda a interpretação. Quem vem da neurologia ou da pediatria entende o que esperar do exame e o que pedir.

+Preciso ter feito o primeiro módulo para acompanhar este?

Não é obrigatório. Este é o segundo módulo e avança para os quadros agudos e os diagnósticos difíceis, com cada tema fechado em si: coreia de Sydenham, complicações neurológicas do CMV, FIRES e NORSE, paralisia cerebral, trombectomia na infância, trauma craniano não-incidental, TCE pediátrico e AVC isquêmico na criança. Quem já fez o primeiro módulo chega com mais base, mas quem começa por aqui consegue acompanhar.

+Como as aulas são apresentadas?

São aulas gravadas, organizadas por quadro clínico e discutidas com a imagem lado a lado. Há ainda uma live com o Dr. Marcelo Masruha, neurologista pediátrico, que complementa a discussão do módulo.

+Em quantas vezes posso parcelar?

Em até 10x no cartão de crédito. Pix e boleto são à vista.