A neurorradiologia pediátrica tem regras próprias: o cérebro em desenvolvimento muda o que é normal, e o diagnóstico costuma nascer da correlação entre o quadro clínico e o padrão de imagem.
Este módulo reúne as condições que mais aparecem — e mais cobram do laudo — na avaliação clínica e radiológica da criança: as síndromes neurocutâneas (neurofibromatose tipo 1, esclerose tuberosa, hipomelanose de Ito, síndrome de Down), a infecção congênita por CMV, as malformações do desenvolvimento cortical, o insulto hipóxico-isquêmico do recém-nascido e o sinal do dente molar. Inclui ainda os transtornos do neurodesenvolvimento — TEA e TDAH — sob a ótica da imagem.
Cada tema une o aspecto clínico ao achado de imagem, do reconhecimento do padrão ao diagnóstico — o tipo de leitura que dá segurança no exame pediátrico.
