Curso

  • 15 aulas gravadas
  • Correlação clínica e imagem
  • Foco no cérebro em desenvolvimento

Módulo de Neuropediatria - avaliação clínica e radiológica

Neuropediatria por imagem: das síndromes neurocutâneas e malformações corticais ao insulto hipóxico-isquêmico e aos transtornos do neurodesenvolvimento.

15 aulas3h 14min
Capa do curso Módulo de Neuropediatria - avaliação clínica e radiológica
Currículo
5 blocos · 15 aulas
Formato
100% gravado
Acesso
Vitalício

Sobre o curso

A neurorradiologia pediátrica tem regras próprias: o cérebro em desenvolvimento muda o que é normal, e o diagnóstico costuma nascer da correlação entre o quadro clínico e o padrão de imagem.

Este módulo reúne as condições que mais aparecem — e mais cobram do laudo — na avaliação clínica e radiológica da criança: as síndromes neurocutâneas (neurofibromatose tipo 1, esclerose tuberosa, hipomelanose de Ito, síndrome de Down), a infecção congênita por CMV, as malformações do desenvolvimento cortical, o insulto hipóxico-isquêmico do recém-nascido e o sinal do dente molar. Inclui ainda os transtornos do neurodesenvolvimento — TEA e TDAH — sob a ótica da imagem.

Cada tema une o aspecto clínico ao achado de imagem, do reconhecimento do padrão ao diagnóstico — o tipo de leitura que dá segurança no exame pediátrico.

O que você vai levar

  • Reconhecer o padrão de imagem das síndromes neurocutâneas

    Neurofibromatose tipo 1, esclerose tuberosa e hipomelanose de Ito têm achados de imagem próprios. O módulo percorre os achados de cada uma e a correlação com o quadro clínico que chega junto do pedido de exame.

  • Ler a RM do recém-nascido com insulto hipóxico-isquêmico por padrão

    A aula é organizada em torno dos padrões na RM. Você aprende a organizar a leitura por padrão de distribuição, em vez de descrever alterações soltas.

  • Classificar malformações do desenvolvimento cortical

    Duas aulas dedicadas a separar o que é malformação cortical do que é variação do cérebro em maturação, e a nomear o achado com a precisão que o laudo pediátrico exige.

  • Situar TEA e TDAH sob a ótica da neuroimagem

    O que a imagem mostra, o que ela não decide e como discutir isso com quem pediu o exame. Inclui a relação entre TEA e AVC pediátrico e a avaliação por imagem no TDAH.

Programa

  • 1

    Síndrome de Down - Parte 1: Avaliação por imagem

    7:45
  • 2

    Síndrome de Down - Parte 2: Avaliação por imagem

    10:25
  • 3

    Hipomelanose de Ito - Achados de Imagem

    9:12
  • 4

    Neurofibromatose tipo 1 - Achados de imagem

    8:32
  • 5

    Esclerose Tuberosa - Parte 1

    15:40
  • 6

    Esclerose Tuberosa - Parte 2

    12:17

O que está incluído

  • 15 aulas gravadas cobrindo síndromes neurocutâneas, CMV congênito, malformações corticais, insulto hipóxico-isquêmico, TEA, TDAH e sinal do dente molar
  • Assista no seu ritmo e revise o bloco que interessa antes do exame pediátrico da agenda
  • Feito para radiologistas, neurologistas, pediatras e residentes que laudam ou interpretam exames de criança
  • Cada tema une o aspecto clínico ao achado de imagem, do reconhecimento do padrão ao diagnóstico

Para quem é este curso

É para você se

  • Radiologista que lauda RM de criança e sente que o cérebro em desenvolvimento muda o que pode ser chamado de normal.
  • Residente de radiologia ou de neurologia que ainda está construindo repertório em neuroimagem pediátrica.
  • Neurologista ou neuropediatra que precisa correlacionar o quadro clínico da criança com o padrão de imagem do exame.
  • Pediatra que recebe laudos de RM e quer entender o que sustenta o diagnóstico de síndrome neurocutânea, malformação cortical ou insulto hipóxico-isquêmico.

Não é para você se

  • Não é uma formação completa em neurorradiologia pediátrica: o módulo cobre os temas listados no conteúdo, não todo o espectro da especialidade.
  • Não é curso introdutório de anatomia encefálica ou de física de imagem; partimos do exame na tela.
  • Não trata de conduta terapêutica nem de manejo clínico dessas condições — o foco é leitura de imagem e raciocínio diagnóstico.

O que você precisa antes de começar

  • Familiaridade básica com anatomia encefálica e com as sequências usuais de RM de crânio.
  • Contato com exames de neuroimagem na prática, seja laudando, seja interpretando o laudo do paciente.
  • Disposição para estudar por padrão de imagem correlacionado ao quadro clínico, e não por lista de doenças isolada.

Como treinar o olho para o exame pediátrico

Padrão de imagem não se decora em lista. Se fixa quando você repete o mesmo roteiro de leitura em exames diferentes até ele virar automático.

O módulo percorre tema a tema o aspecto clínico e o achado de imagem. A forma mais eficiente de usar é transformar cada aula em um roteiro curto de leitura e aplicá-lo no próximo exame pediátrico que aparecer na sua lista. Assista à aula da esclerose tuberosa e, no exame seguinte de criança com essa suspeita, percorra deliberadamente os pontos que ela ensinou a procurar. Faça o mesmo com as malformações corticais e com os padrões do insulto hipóxico-isquêmico. Escreva a hipótese antes de abrir o laudo pronto ou a evolução do prontuário e depois compare — é nesse confronto que o padrão gruda. Para os temas de TEA e TDAH, o exercício é outro: aprender a dizer com clareza, no laudo e na conversa com quem pediu o exame, o que a imagem sustenta e o que ela não decide.

  1. 1Assista ao bloco do tema e anote em uma linha o que procurar naquele diagnóstico.
  2. 2Pegue um exame pediátrico real e percorra esse roteiro antes de ler qualquer informação clínica adicional.
  3. 3Registre sua hipótese por escrito e só então confira contra o laudo final e o quadro clínico da criança.
  4. 4Volte à aula nos pontos em que errou — o erro mostra qual passo do roteiro você pulou.
  5. 5Revise o bloco correspondente antes de laudar um caso pediátrico do mesmo grupo diagnóstico.

Perguntas frequentes

+Por que a neurorradiologia pediátrica precisa de um módulo próprio?

Porque o cérebro em desenvolvimento muda a régua: o que é normal em uma fase da maturação pode não ser em outra. Além disso, o diagnóstico pediátrico costuma nascer da correlação entre o quadro clínico e o padrão de imagem. Este módulo trabalha exatamente nessa junção — cada tema apresenta o aspecto clínico e o achado de imagem lado a lado.

+O curso trata TEA e TDAH como diagnósticos de imagem?

Não. As aulas discutem o que a neuroimagem mostra nesses transtornos e como esse conhecimento se encaixa na avaliação da criança. Há uma aula de avaliação por imagem no TDAH e outra sobre TDAH na infância, além de uma aula sobre a relação entre TEA e AVC pediátrico. É leitura de imagem e raciocínio diagnóstico, não substituição da avaliação clínica.

+Como as aulas estão organizadas?

O módulo começa pelas síndromes que chegam com pista clínica visível — Down, hipomelanose de Ito, neurofibromatose tipo 1 e esclerose tuberosa —, passa pela infecção congênita por CMV, entra nas malformações do desenvolvimento cortical em duas partes, trata dos padrões de RM no insulto hipóxico-isquêmico do recém-nascido, dedica quatro aulas a TEA e TDAH e fecha com a RM do paciente pediátrico com sinal do dente molar. Alguns temas foram divididos em duas partes. As aulas são gravadas: dá para assistir na ordem ou ir direto ao tema do exame que está na sua tela.

+Em quantas vezes posso parcelar?

Em até 10x no cartão de crédito. Pix e boleto são à vista.