Artigo·6 min
RN pré-termo com má evolução
Displasia septo-óptica plus com esquizencefalia: um desafio diagnóstico
Victor Hugo Rocha Marussi
12 de maio de 2021

Conteúdos Abordados
- Esquizencefalia: Foi observada uma fenda cerebral no lado esquerdo, característica de esquizencefalia de lábios abertos, e do lado direito uma fenda menor associada à esquizencefalia de lábios fechados. A diferença na proximidade dos lábios da fenda é importante para o diagnóstico.
- Análise da Ressonância Magnética: As sequências T1 e T2 foram utilizadas para avaliação, com a T1 sendo útil para detectar possíveis danos hipóxicos isquêmicos e a T2 demonstrando anomalias corticais.
- Polimicrogiria: A presença de polimicrogiria em ambos os lados do córtex foi associada à condição clínica do paciente, afetando áreas frontais e parietais.
- Agenésia do Septo Pelúcido: A identificação de agenésia do septo pelúcido foi fundamental para o diagnóstico da displasia septo-óptica, com nervos ópticos extremamente afilados observados durante a avaliação.
- Prognóstico: O prognóstico para o paciente com displasia septo-óptica plus inclui potencial para anormalidades motoras, cognitivas e visuais, assim como anormalidades endócrinas.
Assista o vídeo
Conclusão
O vídeo elucida a complexidade da displasia septo-óptica, especialmente em sua forma associada à esquizencefalia. A importância da ressonância magnética na identificação de anomalias cerebrais e na definição de um prognóstico adequado para o paciente é ressaltada. É essencial que profissionais de saúde estejam cientes dessas associações e busquem outros sinais clínicos em casos semelhantes.
Keywords: displasia septo-óptica, esquizencefalia, polimicrogiria, ressonância magnética, neurologia pediátrica, prognóstico, agenésia do septo pelúcido"


