Knosp – Aula #1

Nesta 1ª aula sobre Knosp, o Dr. Tomás Freddi apresenta de forma objetiva a classificação de Knosp atualizada e discute sua aplicabilidade prática na avaliação de adenomas hipofisários por ressonância magnética.

Conteúdos Abordados

  • Objetivo: Apresentar a classificação de Knosp e discutir sua utilidade clínica e cirúrgica no planejamento e predição de ressecabilidade.
  • Técnica de avaliação: Estudo em ressonância magnética no plano coronal; definição das três linhas intercarotídeas de referência (medial, mediana e lateral) utilizadas para estratificar a extensão lateral tumoral em relação à artéria carótida interna cavernosa.
  • Graduação Knosp (0–4) e subdivisões relevantes: Explicação detalhada dos graus 0, 1, 2 e 3 (com 3A — acima da carótida — e 3B — abaixo da carótida) e do grau 4 com suas subclasses recentes (4A, 4B e 4AB) propostas em publicação de 2023.
  • Implicações cirúrgicas: Graus 0–2 associam‑se a alta probabilidade de ressecção completa; grau 3 indica maior dificuldade, especialmente 3B com prognóstico operatório pior. Para grau 4 (envolvimento circunferencial da carótida), a subclassificação importa: 4A (componente tumoral predominantemente acima da carótida) apresenta menor taxa de ressecabilidade (≈51% no estudo de 2023) em comparação com 4B e 4AB (≈90% de ressecabilidade completa em série selecionadas).
  • Planejamento da via endoscópica: Como a relação tumoral com a carótida e a extensão lateral orientam a escolha e expectativa do approach endoscópico e facilitam a comunicação entre radiologista e neurocirurgião.
  • Pneumatização do seio esfenoidal: Classificação em tipos A (conchal), B (pré‑selar) e C (selar) e impacto no acesso cirúrgico endonasal; importância da tomografia para avaliar pneumatização e presença/inserção do septo intracenoidal.
  • Checklist de laudo pré‑operatório: Incluir sempre classificação de Knosp (com subclassificações quando possível), presença de invasão do seio cavernoso, compressão da via óptica, padrão de pneumatização esfenoidal e dados relevantes de TC pré‑operatória.
  • Próximos conteúdos: Casos selecionados (quatro casos), questões de múltipla escolha e dicas práticas que o neurocirurgião valoriza na avaliação pré‑operatória de macroadenomas hipofisários.

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