4 Estudos de Caso: Adenomas e Knosp

No vídeo "Estudo de Casos: Adenomas e Knosp", revisamos quatro casos clínicos selecionados para aplicar na prática os conceitos de adenomas hipofisários, macroadenomas, classificação de Knosp, relação com as vias ópticas e padrões de pneumatização do seio esfenoidal. O objetivo é ajudar na interpretação imagiológica e no planejamento cirúrgico e laudar com precisão.

Conteúdos Abordados

  • Revisão anatômica e metodologia de leitura: Sequências sagitais T1, coronais T2 e T1 pós-contraste dinâmico; ordem sistemática de avaliação para evitar vieses.
  • Identificação do parênquima hipofisário remanescente: Uso da haste hipofisária como marcador do remanescente glandular e sua implicação na avaliação da invasão do seio cavernoso e no planejamento cirúrgico.
  • Classificação de Knosp: Aplicação prática dos graus 0/1, 3 (subclassificação 3A) e 4 (4A, 4B, 4AB) com exemplos de como interpretar ultrapassamento das linhas intercarotídeas e envolvimento circunferencial da carótida intracavernosa.
  • Relação com vias ópticas: Avaliação de contato e compressão do quiasma e nervos ópticos em diferentes padrões de crescimento (supra/retroverso, inferior com extensão esfenoidal, extensão supracelar massiva).
  • Pneumatização do seio esfenoidal: Importância da classificação (conchal, pré-selar, selar, celar) e sua relevância para o acesso cirúrgico e ressecabilidade.
  • Casos ilustrativos:
    • Grau 0/1: macroadenoma com componente lateral direito, haste hipofisária deslocada indicando parênquima remanescente e seio cavernoso provavelmente íntegro; alta ressecabilidade.
    • Knosp 3A: tumor com extensão supracelar e componente superior que ultrapassa a linha intercarotídea lateral (above) sem envolvimento circunferencial.
    • Knosp 4B: macroadenoma com envolvimento circunferencial da carótida intracavernosa, componente predominante abaixo (below) da carótida.
    • Caso exuberante (4AB): macroadenoma gigante com comportamento agressivo, extensão inferior até rinofaringe, grande componente supracelar e envolvimento circunferencial do seio cavernoso esquerdo, sugerindo subclassificação 4AB.
  • Implicações práticas para o laudo: Sempre descrever grau de Knosp, presença/ausência de contato com as vias ópticas, padrão de pneumatização esfenoidal e localização do remanescente hipofisário para orientar o cirurgião e reduzir o risco de déficit hormonal pós-operatório.

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